Tem dias em que a gente sente… mas não sabe dizer o quê.É como um nó no peito, um silêncio no olhar, uma tensão nos ombros.E por não saber nomear, a gente se cala. Ou se irrita. Ou se afasta.Mas talvez tudo o que estivesse faltando… fosse uma palavra. Dar nome ao que se sente…
O medo não é um inimigo. Ele é um convite. Quando paramos para escutá-lo, podemos perceber que, por trás dele, existe algo muito valioso: nossos valores, nossos desejos mais profundos, o que realmente importa para nós.